emissões atmosférias

Gerenciamento de emissões atmosféricas: por que e como fazer?

Sabemos que as emissões atmosféricas por chaminés industriais são comuns. No entanto, a preocupação relaciona-se aos elevados volumes de emissões de gases poluentes que estejam em desacordo com os níveis estabelecidos pela legislação.

A solução para esta preocupação está na capacidade de gerenciamento que a indústria tem em controlar suas emissões atmosféricas. Para isso, já há variados dispositivos adotados para gerenciar essas emissões de forma constante, reduzindo a poluição ambiental.

Diante disso, veja o que é e como promover o correto gerenciamento de emissões atmosféricas gerados pela indústria.

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Fontes de emissões atmosféricas: 2 grupos específicos

Quando falamos em fontes de emissões atmosféricas devemos entender que elas se dividem em dois grupos: 

  1. Fontes naturais: estas fontes se referem às emissoras primárias que naturalmente liberam gases na atmosfera, como é o caso das queimaduras naturais e erupções vulcânicas. 
  2. Fontes antropogênicas: estas são as fontes que merecem maior atenção da sociedade. Elas são caracterizadas pelas fontes de criação humana de emissões de gases como queimadas provocadas, chaminés de indústrias e gases de motores a combustão.

Importante ressaltar que as fontes antropogênicas são divididas em dois grupos: 

 – Fontes estacionárias: são gases emitidos de um local fixo, como as indústrias, siderúrgicas e termelétricas.

 – Fontes móveis:  são todas as fontes emissoras de gases que se encontram em movimento. Estes são os casos dos trens, aviões, barcos e veículos de motores a combustão.

O grande problema é que muitos desses gases lançados na atmosfera são considerados gases poluentes, por isso, são aceleradores do efeito estufa. Por essa razão, realizar o controle das emissões atmosféricas é fundamental para checar a composição dos gases.

 

Principais gases poluentes lançados por chaminés

Nas indústrias, os principais contaminantes lançados no ar por chaminés são:

  • Óxidos de enxofre (SOx); 
  • Monóxido de carbono (CO); 
  • Hidrocarbonetos; 
  • Óxidos de nitrogênio (NOx);
  • Gás carbônico (CO2);
  • Oxigênio (O2); e 
  • Materiais particulados (pó, cinzas, etc).

É importante citar também que as emissões atmosféricas podem vir de uma ampla variedade de processos químicos e industriais. 

O monóxido de carbono (CO), por exemplo, é lançado ao ar como resultado de processos industriais e a combustão incompleta da madeira. 

Os óxidos de nitrogênio, por sua vez, têm como principais fontes os veículos automotores, motores à combustão interna, usinas termelétricas, siderúrgicas e fábricas de pasta de papel.

Os hidrocarbonetos provêm de uma grande variedade de processos industriais e naturais, sendo precursores para a formação do ozônio troposférico. Estes gases têm também grande potencial de causar efeito estufa, principalmente o metano.

O controle das emissões atmosféricas é regulado por uma legislação específica

Desde a revolução industrial, tornou-se bastante comum observarmos uma significativa elevação das emissões liberadas pelas chaminés e caldeiras na atmosfera, dentro de um processo comum e vital para toda a sociedade. 

No entanto, há a necessidade de salientar que essas emissões devem estar em concentração e composição conforme a legislação estabelecida.

No âmbito do governo federal, a instância regulamentadora das emissões atmosféricas é o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) que, por meio de suas resoluções, determina os limites máximos de emissões de poluentes.

Uma dessas resoluções é a Resolução Conama nº 382/06, que busca garantir maior eficiência energética, mas com total responsabilidade ambiental.

 Essa resolução define a emissão como sendo o lançamento na atmosfera de qualquer matéria líquida, sólida ou gasosa, que pode ser fugitiva ou pontual. 

Será fugitiva quando efetuada por uma fonte desprovida de dispositivo projetado para dirigir ou controlar seu fluxo. Quando pontual, essa emissão é efetuada por uma fonte provida de dispositivo para dirigir ou controlar seu fluxo, como dutos e chaminés.

Assim, como já ressaltado anteriormente, há a necessidade de realizar medições, pelo menos uma vez ao ano, para checar a composição destes gases. 

Para isso, a recomendação é contratar serviços especializados e homologados por órgãos competentes para realizar as medições de emissões atmosféricas lançadas pelos processos industriais.

 

Importância das medições de emissões atmosféricas

Cabe às empresas especializadas realizar uma auditoria das emissões ambientais lançadas à atmosfera pelos processos industriais.

Em seguida, todos os dados dessa auditoria serão enviados pela empresa auditora para os órgãos ambientais competentes de cada estado (CETESB em São Paulo, FEPAN no Rio Grande do Sul, FATMA em Santa Catarina e assim por diante).

Caberá a estes órgãos analisar se as medições estão dentro dos limites aceitáveis de emissões atmosféricas. Caso a empresa não esteja nos limites padrões, ela terá um tempo para regularizar sua situação. 

Se isso não ocorrer, essa empresa pode até ter o laudo ambiental de operação não renovado.

Importante salientar também que cada estado da federação tem sua lei específica de emissões, com o limite sendo aproximadamente restritivo dependendo do estado.

 

Evite contratempos e gerencie as emissões atmosféricas constantemente

Como ressaltamos ao longo deste texto, todas as empresas são obrigadas a realizar as medições ambientais de suas caldeiras pelo menos uma vez ao ano.

No entanto, se sua empresa tem seu foco voltado à sustentabilidade e à eficiência, ela não deve esperar o momento da auditoria e sim monitorar e controlar suas emissões atmosféricas por conta própria, gerenciando os gases emitidos ao longo do ano.

Para isso, a COONTROL será uma grande parceira da sua indústria. Ela oferece aos clientes equipamentos analisadores de gases capazes de realizar a medição constante dos gases que saem da chaminé. 

Esses analisadores são o COONTROL 50, COONTROL 100, que fazem a medição dos gases O2 e CO2 e o COONTROL 200, que analisa os gases O2, CO2, além do CO.

Eles ajudarão sua empresa a realizar um melhor gerenciamento das emissões atmosféricas saindo da chaminé de suas caldeiras. 

Com estes equipamentos, sua indústria terá a certeza, por meio das medições realizadas, que no momento da auditoria você irá ter surpresas desagradáveis, com as emissões atmosféricas estando dentro do que prevê a legislação.

Além disso, mas não menos importante, o constante gerenciamento das emissões atmosféricas permitirá que sua empresa contribua com o meio ambiente, pois a emissão de gases causadores do efeito estufa será comparativamente menor.

 

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